Nome: João [eDDiNhU]
Idade: 22 anos [07/ago/1982]
Cidade: Rio de Janeiro, Brasil
Profissão: Estudante Universitário
Estado Civil: Solteiro
Email/MSN:eddinhu@yahoo.com.br
Música: House, Pop, Rock
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28.8.04


Desses momentos finais do Jogos dois momentos me emocionaram bastante. O primeiro diz respeito a seleção feminina de futebol. Embora tenha ficado com a prata, jogou muito melhor, merecia ficar com o ouro. Mas elas não se abateram, foram para o pódio de cabeça erguida. Eu acho que elas sem dúvida são as maiores vencedoras de toda a delegação brasileira nos Jogos. Foi lindo, lindo demais. Com o apoio, elas mostraram o que faltou a muita gente. Nos momentos que não havia talvez a técnica, havia muita garra, muita determinação e vontade de vencer. E isso é recompensador. Parabéns as nossas meninas do futebol!

O segundo momento vem de eu ter me tornado fã de hipismo. Desde o final dos anos 90 a ESPN Brasil transmite muitas competições de hipismo e eu sou um cara que acha esse esporte muito bonito e legal. E o olimpo grego fez justiça a talvez o melhor cavalo e conjunto, desde que eu acompanho hipismo, que eu vi competindo. E este cavalo chama-se Baloubet du Rouet e faz conjunto com o cavaleiro Rodrigo Pessoa.

Em Atenas, num dos mais difícil percurso da história olímpica (o mais difícil da história recente), Baloubet, que havia refugado três vezes em Sidney, competiu muitíssimo bem. Um cavalo que infelizmente ficou marcado, porque nos esportes em que não temos tradição só costumamos olhar as olimpíadas. E Baloubet é um cavalo campeoníssimo. Talvez o cavalo mais injustiçado da história, que virou motivo de piada.

Quatro anos depois Baloubet mostrou ao que veio e conseguiu trazer a prata pra Rodrigo Pessoa. Foi demais, foi lindo, foi emocionante vê-lo subir no pódio com o nome de Baloubet du Rouet anunciado juntamente. Fez-se justiça e calou-se a boca de quem nada entende de hipismo.

Agora Baloubet se aposenta no Mundial de hispismo na Alemanha em 2006. E em Pequim Rodrigo Pessoa diz que faz a sua última olímpiada como cavaleiro (e eu creio que pela idade dele ele pode reconsiderar essa decisão, se não sair com o ouro). Em Pequim diz-se que ele deve ir com o cavalo Harry Potter, que hoje tem 9 anos e estará em idade madura para competir em Pequim.

Além disso, gostaria de destacar hoje a final da GRD. De todas as equipes, aquilo é lindo demais gente. Fantástico!


Postado por João [eDDiNhU] às 22:39
Tá boua, bunita? Tá gongada?


26.8.04


+ Duas notas que saíram no Anselmo Gois nessa quarta.

Ex-gays

A Comissão de Justiça da Assembléia do Rio aprovou ontem o projeto de lei 717/2003, do deputado Edno Fonseca, que agora irá a plenário. O texto prevê "auxílio a quem voluntariamente sair da homossexualidade para a heterossexualidade". A deputada Heloneida Studart, indignada, reagiu com u brado: "Ninguém merece!"

Além disso, saiu uma foto fantástica, que reproduzo a legenda: "A Unidos de Padre Miguel, brava escola de sama do Grupo D do carnaval carioca, abriu suas portas ontem para receber o prefeito Cesar Maia em campanha pela reeleição. A visita do alcaide coloriu ainda mais a quadra da agremiação - democrárica, como se nota nessa foto, pela própria natureza. Repare que os cartazes da candidatuda do prefeito dividem espaço nas paredes da escola com uma imagem de São Jorge (salve São Jorge!) e com avisos em neón dos banheiros dos homens, das mulheres e... dos gays. Nada contra."

Comentário de tijolão: "Acho que as lésbicas deviam protestar. Se existe banheiro de gays, deveria existir de lésbicas"

+ Falando nela, registre-se: hoje foi um dia importantíssimo, com tijolão apresentando e defendendo o seu trabalho final de graduação, o qual tive o prazer de assistir na parte da manhã. Parabéns! Foi lindo! :)

+ E hoje o volei feminino tornou-se a maior decepção brasileira nos Jogos e acho que ninguém tirará esse triste título daquela seleção. Não por perder, porque perder faz parte do jogo. Mas pela absoluta incapacidade do time vencer um jogo que estava ganho. Perdemos para nós e não para a Rússia, de forma covarde.


Postado por João [eDDiNhU] às 21:32
Tá boua, bunita? Tá gongada?


23.8.04


E completou-se uma semana dos Jogos Olímpicos de Atenas. Sei que muitos vão gongar as minhas opiniões, mas do que eu vi é isso que vou dizer. Acho que há uma inegável evolução do ainda fraco esporte olímpico brasileiro. O problema é que a cultura esportiva-futebolística do brasileiro diz que se não for campeão nada serve. E que o vice é o primeiro dos últimos. Uma pena que pensemos assim, pois assim nunca seremos um país de primeiro mundo (não apenas no esporte, mas em qualquer coisa). Pra nos tornarmos grandes potências temos que passar por estágios. Ninguém sai do último pro primeiro lugar sem passar por posições intermediárias. E é aí que eu enxergo muitos grandes resultados alcançados pela delegação brasileira em Atenas.

Claro, há esportes em que a gente já está lá em cima há muito tempo: volei, volei de praia e a vela (na qual as carreiras são extremamente longas). E estes esportes vão trazer o maior número de ouros. A vela já trouxe um e acho que vai trazer mais duas medalhas (e com grandes possibilidades de ambas serem de ouro). O volei, embora tenha muita gente que ache que não, eu acho que ainda dá pra trazer 4 ouros (talvez amanhã estejam rindo da minha cara após as finais do volei de praia). Enfrentamos equipes fortíssimas como iremos enfrentar Walsh/May amanhã no volei de praia feminino, podemos não estar com grandes exibições na não tão irregular (tem gente que acha muito) seleção de volei feminino e a equipe do Bernardinho que embora seja hegemônica nos últimos anos tem ganho seus títulos muitas vezes em 3 sets a 2, com uma vantagem não tão grande diante das demais equipes.

Num estágio intermediário, temos que aplaudir de pé a equipe de ginástica, mesmo com o salto errado de Daiane dos Santos na final do solo hoje. Foi um desempenho absolutamente excepcional de toda a equipe. Duas finais individuais all around com Camila Comin e Danielle Hypollito, o solo de Daiane dos Santos, que tenho certeza ainda nos dará muitas alegrias e o desempenho do resto da equipe (pela primeira vez uma equipe completa). É uma equipe que teve um forte avanço com a inauguração do centro da CBG em Curitiba (e a seleção permanente também) e com a experiência do ucraniano Oleg Stapenko (é assim gente?), que já treinou campeãs olímpicas. Acho que em Pequim essa equipe pode estar tinindo e lutando por posições na classificação por equipes e com mais ginastas nas finais individual geral e por aparelhos. Basta seguir os investimenos que já começaram.

Outro grande avanço reside na natação feminina, onde alcançamos sucessivos recordes sul-americanos nas piscinas em Atenas. Conseguimos entrar em algumas finais. Basta lembrar que a estrela maior da companhia, Joana Maranhão, tem apenas 17 anos e nada sem grandes apoios. Acredito que em Pequim ela seja uma nadadora para entrar na luta por medalhas, assim como talvez o seja as demais nadadoras que estiveram em Atenas, que são igualmente jovens.

Nos esportes coletivos, gostaria de destacar o handeball, tanto masculino como o feminino. Aí vocês perguntam: mas essas equipes que perderam todas (no masculino) ou quase todas (no feminino)? Sim, digo eu. Quem viu Sidney, onde a seleção masculina nem entrou, no feminino nós éramos meros sacos de pancada. Agora já conseguimos jogar de igual pra igual e perder de muito pouco. É assim que começa, com intercambio que dessa vez foi feito. Primeiro a gente perde de pouco... Depois a gente começa a vencer, é assim que se dá a evolução do esporte. Já o masculino, de nível técnico bem mais baixo que as demais equipes, também deve ser destacado, porque esperava-se que fossemos o saco de pancada, coisa que não aconteceu em todos os jogos mesmo com seleções fortes. Além do mais, a gente consegue jogar de igual, 10, 15 minutos... Precisamos fazer isso nos 60 minutos. Mas jogar de igual pra igual 10 ou 15 minutos pro que se esperava dessa seleção já foi um grande negócio e a gente tem que aplaudir, incentivar e continuar o trabalho.

E claro: o futebol feminino que vai nos dar alegrias. Já conseguimos jogar de igual contra as americanas. A derrota na primeira fase foi acidente de percurso. Se conseguirmos repetir o primeiro tempo daquela partida, vencemos e seremos ouro. E acho que essas meninas vão entrar muito determinadas. Um esporte que tem apoio zero no Brasil. E ainda assim conseguimos estar lá em cima nas Olimpíadas e na Copa do Mundo da FIFA. Talvez com essa medalha, ainda mais se for de ouro, o esporte deslanche e haja investimentos. E se houver investimentos, seremos quase imabatíveis como no masculino.

O atletismo e o judô, grandes esportes olímpicos brasileiros, não fizeram tantas exibições de respeito. Esperávamos mais, especialmente do judô, que decepcionou, tinha grandes condições de fazer mais, ainda mais que o trabalho foi feito. Ganhamos com quem não esperávamos e perdemos com quem esperávamos. E esses que ganharam são atletas muito jovens e que trabalhados também nos darão grandes alegrias no futuro. O atletismo tem resultados mas não tão fortes. Falta patrocínio, apoio e infra-estrutura no país (que só conta com o centro de treinamento em Belém e as maravilhosas condições para o atletismo no Mangueirão).

Isso sem falar em esportes que já conseguimos nos classificar como remo, por exemplo, e onde nunca nem entrávamos nos Jogos. E isso é evolução.

Acho que a grande incógnita ainda é o basquete feminino, que fez a primeira fase que dele se esperava. Mas muita gente não acredita mas eu acredito que esse time vai pra frente ainda. Vamos ver.

Pra mim a maior decepção de todas é a natação masculina, onde os atletas, quase sem exceção (acho que poderíamos salvar apenas o Thaigo Pereira - de brilhante futuro - e o veteraníssimo Fernando Scherer), pioraram os seus desempenhos, não conseguiram chegar nem perto das melhores marcas. A natação masculina vive uma entresafra grande.

Acho que o que podemos falar é isso do Brasil. Se os investimentos continuarem (porque não aumentar os recursos da Lei Agnelo/Piva, aumentar os recursos de loteria, especialmetnte), o Brasil vira uma potência olímpica indo pra cima em todos os esportes. O recurso humano a gente tem. Mas o que o brasileiro e o empresário brasileiro que investe tem que entender é que precisamos de recursos e investimentos continuados e não apenas as marcas expostas em ano olímpico. Uma potência olímpica se constrói com investimenos ao longo de 15 a 20 anos. E de 2 anos pra cá esses investimentos estão começando. E os resultados já estão engatinhando. Quem sabe em 2012 ou 2016 a gente seja uma potência olímpica. Basta trabalhar sério.


Postado por João [eDDiNhU] às 22:08
Tá boua, bunita? Tá gongada?


Hoje acabou sendo um dia bastante agradável. De início a gente foi sair pra conversar com o Cadu`em`crise`conjugal mas depois da conversa e de um lanche no Mc Donald's, o Pedro nos convidou para irmos a Lagoa. E lá ficamos sentados, batendo papo a beira da Lagoa junto a uns quiosques, eu, Cadu, Pedro e Pedro (sim, eram dois). E fazia tempo que eu não tinha uma noite tão agradável. É legal ficar de papo furado junto ao espelho d'água. É uma paisagem diferente (pelo menos do que eu estou habituado). Foi super bacana.


Postado por João [eDDiNhU] às 00:09
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19.8.04


Fantástico! O que dizer de "Diários de Motocicletas", que depois de tanto tempo e parecer que não íamos ver, eu e Cadu conseguimos finalmente assistir hoje na Casa de Cultura Laura Alvim. Uma história simples, cativante, que conquista o público facilmente. É um filme bem leve, emocionante... A gente viaja junto com Che Guevara pela América do Sul, com suas dificuldades, com a malandragem e um filme que, sobretudo, presta grande atenção no aspecto humano dos povoados da América do Sul pelos quais eles passam. Genial, com locações lindas, lindas de morrer!

Quem ainda não assistiu, se é que tem alguém, não deixe de assistir, mesmo que seja em vídeo!


Postado por João [eDDiNhU] às 23:48
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18.8.04


Atualizando porque não paro em casa...

+ Segunda-feira: Conheci Ralph Luis, que me convidou para jantar e acabamos indo numa churrascaria em Copa. Ficamos de papo maior tempão, foi bastante agradável...
Além disso ele me proporcionou algo que me deixou muito feliz. Falei com o Rindu que acabou deixando um post engraçadíssimo comentando do meu suposto sotaque carioca tijucano (que até usei no MSN ontem) de zoeira enquanto falava com ele! E o sotaque do Rindu também é bacana. Foi rapidinho mas adorei!

+ Terça-feira: Só saí umas três vezes pro Shopping Tijuca... Primeiro com minha avó e depois com minha mãe... Cada hora pra ver uma coisa diferente... Desde ir no Spa do Pé com minha avó até comprar tinta e folha para imprimir coisas.

+ Quarta-feira: Deu-me a loka e resolvi abrir a carteira. Fui fazer shopping therapy. Conversei com o Silas e fomos ao Barra Shopping comprar coisas novas pro guarda-roupa... Morri numa graninha boa, mas aquela coisa que é legal, que a gente gosta e faz bem ao ego... Esse tipo de coisa também ajuda a elevar a auto-estima (fútil, não?)


Postado por João [eDDiNhU] às 23:57
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15.8.04


+ Quinta-feira: Aniversário da Le Boy. Foi super bacana. Fui com o Silas (que voltou com o Maurício - ai ai) e com o Victor, um amigo que eu já teclo há bastante tempo, que eu já tinha conhecido pessoalmente mas nunca tinha ido pra night com ele. Foi bacana porque fazia muito tempo que eu não ia na Le Boy com um clima tão bom. Não estava com o clima de açougue tão característio de lá, o que tornou a boate bastante agradável. As travas tavam um luxo no show, Rose BomBom arrasando no novo queijo que tem no centro da pista depois do show (aliás, o que eram as béshas uó desse queijo?). As músicas estavam muito boas, fazendo um revival de várias músicas antigas que já fizeram sucesso na história da boate (gente, tocou "Let the joy rise", e isso é do meu tempo de @loka, vocês tem noção?). As companhias foram super legais e agradáveis.

+ Sexta-feira: O Lucas tinha me prometido um jantar já que ele não poderia estar presente no meu anivesário em nenhuma das duas datas por motivo de viagem. E tínhamos marcado este jantar para esta sexta. Fomos num restaurante italiano em Copacabana, que eu francamente não me recordo o nome, mas era muito bacana, com clima aconchegante, comida boa e ficamos também conversando bastante. Foi bem legal e depois recebi o convite do Pedro para ir a casa dele numa reunião que também contou com o Cadu e o Dudu, que também foi bem bacana, mais muita conversa jogada fora, todo mundo um pouco alto no fim da noite... hehehehe... Foi divertido!

+ Sábado: Marcaram uma reunião da minha galera do CEFET em cima da hora e lá fomos nós... Poucos compareceram no rodízio (até porque o negócio foi marcado poucas horas antes de ocorrer), mas os que foram garantiram bastante diversão pro sábado. É bom estar entre amigos. E eu revi a Made que eu estava morrendo de saudade!


Postado por João [eDDiNhU] às 14:32
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12.8.04


Artigo fantástico que saiu no Globo Online, do jornalista Ali Kamel, apresentando várias falhas no filme "Farenheit 9/11", como já era de se esperar. Longo, mas excelente.

Leia a íntegra do artigo de Ali Kamel sobre o filme de 'Farenheit 11 de Setembro'
Ali Kamel**


Quando o filme acabou, a platéia, jovem na maioria, levantou-se e aplaudiu. Não pude conter um certo constrangimento: como se pode enganar tanta gente assim, sem nenhum pudor, e ainda ganhar o prêmio principal de Cannes? Estou falando do Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, que todos chamam de documentário, mas, a rigor, deveria receber outra qualificação. É um amontoado de mentiras e distorções, tudo a serviço de uma teoria que o pior dos roteiristas de espionagem rejeitaria: Bush, além de idiota, é de uma família gananciosa, sustentada pelos sauditas (talvez até diretamente por Bin Laden), e, depois de tomar o poder com uma fraude, levou o país à guerra com o Iraque, uma nação que até então vivia tranqüila e pacificamente, apenas para que a indústria bélica à qual ele é ligado lucrasse mais.

Eu pensei: o terror islâmico está a um passo de ganhar a guerra. Mas logo me tranqüilizei com outros dois pensamentos. O primeiro: o filme é a prova da vitalidade da democracia americana (em que outro país um filme tão mentiroso teria livre trânsito?). O segundo foi a cena patética em que John Kerry se apresentou para o serviço, batendo continência e declarando: "Não hesitarei em usar a força e não concederei a nenhuma nação ou organização internacional o poder de veto quando o assunto for a segurança dos EUA". Exatamente o que Bush fez: tentou o apoio internacional, não conseguiu, e foi à guerra, com o apoio do congresso americano. Não gosto de Bush nem de Kerry. Mas fiquei mais tranqüilo de saber que, com um ou o outro, continuará a luta contra o terror islâmico, a pior ameaça depois do nazi-fascismo.

Aqui vou mostrar as mentiras do filme. Na maior parte, elas são perceptíveis na hora, mas uma pesquisa em revistas e jornais americanos e em sites da internet ajudou muito. Principalmente, as informações brilhantemente coletadas por Dave Kopel, um cidadão filiado ao partido democrata, mas eleitor do independente Ralph Nader, como Moore. Kopel é colunista da conservadora National Review e diretor de pesquisas do Indenpendence Institute, um think tank muito respeitado do Colorado. Conhece os desvios de Moore desde "Tiros em Columbine", porque, infelizmente, tem o defeito de defender o direito ao porte de armas. Cada informação a seguir, vinda de mim, de revistas, jornais ou Kopel, foram checadas nas fontes originais.

*O filme mostra a CBS e a CNN noticiando a vitória de Gore na Flórida. E diz: "Depois, alguma coisa chamada Fox Channel deu a vitória para o outro cara. De repente, as outras redes disseram:'Hei, se a Fox disse isso, tem de ser verdade'". Em seguida, Moore diz que o chefe da Fox era primo de Bush, insinuando que tudo foi uma conspiração. Tolice. A NBC, e não a CBS, foi a primeira a anunciar a vitória de Gore às 7:49 da noite. Até 8:02, todas as redes fizeram o mesmo, inclusive a Fox! Às dez da noite, a CBS e a CNN se retrataram, pondo a Flórida como "sem resultado". Todas as redes fizeram o mesmo, menos a Fox, que manteve o resultado pró- Gore até as duas da manhã. Apenas às 2:16, a Fox projetou a vitória de Bush, no que foi seguida por todas as outras redes. Às 3:59, a CBS se retratou novamente, dando novamente a Flórida como "sem resultado". Em oito minutos, todas as redes, inclusive a Fox, fizeram o mesmo. Ou seja, Moore pega a CBS às 7:52 dando o resultado para Gore, sonega do espectador a informação de que a Fox fez o mesmo, e cola a imagem da Fox, seis horas depois, dando a vitória a Bush, sonegando de novo a informação de que a própria Fox, duas horas depois, voltou a se retratar.

*Moore diz que uma recontagem independente feita por jornais dava a vitória a Gore, "em todos os cenários, se a Suprema Corte não tivesse interrompido a recontagem após o prazo legal". Se a recontagem fosse feita apenas onde Gore a solicitou, a vitória seria de Bush. Se a recontagem fosse geral e irrestrita _ o que Gore jamais solicitou _ a vitória iria para Gore, se alguns critérios fossem seguidos, e para Bush, se os critérios fossem outros. A afirmação "em qualquer cenário" é, portanto, mentirosa. No site de Moore, é curiosa a prova que ele dá de que falou a verdade. O jornal citado é o Washington Times, do reverendo Moom, que diz que Gore ganharia por uma margem entre 42 e 171 votos. Mas sabe qual a manchete da reportagem? "Recontagem não dá respostas seguras"! No filme, para ilustrar o que diz, Moore mostra, em letras garrafais, uma manchete de um pequeno jornal de Illinois, The Pantagraph: "Última recontagem mostra que Gore venceu as eleições". Mas era uma trucagem: aquilo não era a manchete do jornal, mas apenas o título de um editorial, que tomava apenas uma pequena parte da página. Uma trapaça. Não há dúvida de que Bush chegou à Casa Branca após uma eleição conturbada. Mas o mesmo teria ocorrido se Gore tivesse vencido com a mesma margem.

*O filme diz que nenhum presidente, no dia de sua posse, enfrentou protestos semelhantes aos da posse de Bush, que o obrigaram a cancelar o passeio a pé até a Casa Branca. Mas Nixon, em 1969 e 1973, enfrentou protestos com um número três maior de participantes. E Bush, na última parte do percurso, saiu do carro e, ao lado da mulher, andou até a Casa Branca.

*Bush aparece num jantar de gala, dizendo aos participantes, que trajam smoking: "Alguns os chamam de 'a elite". Eu os chamo de 'a minha base'. Faltou dizer que aquele era o jantar anual da Al Smith Foundantion, que recolhe fundos para hospitais de caridade. E que a brincadeira era o convidado de honra debochar de si mesmo. Gore, também convidado, fez o mesmo, mas Moore omite.

* O filme diz que Bush passou 42% dos seus primeiros oito meses em férias, segundo um levantamento do Washington Post. O levantamento incluía os fins de semana de trabalho em Camp David, e o tempo gasto nas idas e vindas. Ninguém nota, mas numa das cenas, ao lado de Bush, está Tony Blair. Tirando os fins de semana, o tempo cai para 13%.

*Na cena em que Bush passa sete minutos sem nada fazer, após tomar conhecimento do ataque do segundo avião, o filme diz que ele continuou lendo um livro chamado "Meu bode de estimação", o que tem um efeito cômico invulgar. Mas o livro na verdade se chama "Domínio da leitura 2" ("meu bode" é apenas um exercício do livro, mas nada indica que Bush o estava lendo).

*O filme diz que em seis de agosto de 2001, Bush recebeu um informe do FBI dizendo que "Osama bin Laden estava planejando atacar os Estados Unidos com aviões seqüestrados". E, para brincar, diz que Bush pode ter achado o título vago. A cena corta para Condoleezza Rice, diante da Comissão do 11 de setembro, dizendo o título do informe: "Bin Laden decidido a atacar dentro dos EUA". Todo mundo ri, mas Moore não contou a ninguém que Condoleezza revelara também o conteúdo do informe: uma colagem de informações relativas aos anos de 1997 e 1998. E mais: a parte sobre aviões seqüestrados é o oposto do que o filme sugere. Diz o documento: "Não fomos capazes de corroborar algumas das mais sensacionais ameaças como uma que nos chegou de um serviço estrangeiro em 1998 dizendo que bin Laden queria seqüestrar um avião para obter a libertação do sheik cego Umar Abd al Rahman e outros extremistas presos nos EUA". O que o leitor, em 2001, faria com um informe desses? Semana passada, o governo americano elevou o nível de alerta contra atentados terroristas. Os jornais imediatamente denunciaram que tudo era baseado em informações de três anos antes. O governo se defendeu dizendo que os informes tinham sido atualizados em janeiro. Isso não importa. O que cabe destacar é que Bush, no filme, é brutalmente condenado por não ter feito nada ao ler um relatório com informações de...três anos antes (e sem atualizações). Agora, na vida real, é cobrado justamente por ter dado bola a um relatório semelhante. É dura a vida de um presidente.

*O filme diz que 142 sauditas, incluindo 26 membros da família Bin Laden, foram autorizados a deixar o país, depois de 13 de setembro, quando o espaço aéreo estava fechado, graças à autorização especial de Bush. "Nem mesmo Rick Martin conseguiu voar". O filme diz que ninguém foi interrogado. A verdade: Richard Clarke, então diretor de contra-terrorismo e endeusado por Moore por ter se tornado um crítico de Bush, assumiu inteira responsabilidade pelo ato e garantiu que não pediu a autorização do presidente, mas Moore esconde isso. A comissão do 11 de setembro confirmou tudo e acrescentou que todos os procedimentos legais foram observados, com o FBI interrogando todos os que interessavam. Basta ler o relatório final às páginas 329 e 330. Não é preciso ser nenhum gênio para saber que se havia um grupo ultramonitorado nos EUA era a família de Bin Laden, um inimigo declarado do país desde 1993. A quantidade de informações sobre cada passo daquela família era imensa. Não eram necessárias muitas perguntas na hora do embarque para saber que eles estavam rompidos com Osama havia muitos anos. E sem nenhum contato com eles. Além do mais, a comitiva viajou dia 20 de setembro, quando o espaço aéreo já estava aberto permitindo que todos voassem, inclusive o Rick Martin.

*O filme diz que os Bush teriam se beneficiado de US$ 1,4 bi que os sauditas investiram na empresa Carlyle, de onde o ex-presidente Bush é consultor. E afirma que os Bin Laden também seriam investidores da empresa. A verdade: Bush só se tornou consultor da Carlyle anos depois do fabuloso investimento saudita. Os Bin Laden investiram apenas US$ 2 milhões na Carlyle, um nada perto da fortuna deles. Fora isso, o super anti-Bush, George Soros, também é um investidor da Carlyle, assim como muitos ex-assessores de ex-presidentes democratas são ligados a ela. O filme diz que a Carlyle ganhou milhões com a guerra do Iraque, mas ela teve prejuízo: a única arma desenhada para o Exército, mas não comprada pelo governo Bush foi o Cruzado, um sistema de mísseis que custou à empresa US$ 11 bi. O ex-presidente Bush deixou há tempos de ser consultor da empresa.

*O filme "denuncia" que a embaixada da Arábia Saudita em Washington recebe proteção da divisão uniformizada do serviço secreto americano. No website do serviço secreto, no entanto, está dito que a divisão tem por missão proteger a Casa Branca, a casa do Vice-presidente e as embaixadas e missões diplomáticas de Washington.

*O filme dá a entender que Bush paparicou delegados do Talibã, quando era governador do Texas. Mas é mentira, Bush nunca os recebeu. Eles visitaram uma empresa chamada Unocal para conhecer um projeto de gasoduto no Afeganistão, que foi deixado de lado em 1998, e jamais retomado (ao contrário do que o filme diz). O projeto era defendido pelo Governo Clinton. Em 2001, já no governo Bush, quem recebeu nova delegação do Afeganistão foi o Departamento de Estado e, mesmo assim, para dizer que os EUA jamais reconheceriam o Governo Talibã. A cena da assinatura de um acordo para a construção de um gasoduto, que o filme mostra, refere-se a outro gasoduto, que nada tem a ver com o projeto da Unocal, que não está no projeto. E também a construção desse gasoduto jamais saiu do papel. Da mesma forma, a afirmação de que Hamid Karzai, presidente do Afeganistão, foi consultor da Unocal é mentirosa. Moore baseou-se numa única reportagem do Le Monde, mas a Unocal sempre desmentiu a informação oficialmente.

*Ashcroft, secretário de Justiça, é mostrado como um imbecil, que perdeu a votação para o senado para um cadáver. Seu competidor morreu três semanas antes do pleito, e Moore insinua que os eleitores preferiram votar no morto. Moore só esquece de dizer que o partido indicou a viúva como nova candidata e que a Justiça aceitou que os votos dados ao morto seriam computados para ela: os eleitores não votaram num cadáver, desperdiçando o voto, mas na viúva. As cédulas, apenas por questão de tempo, não foram trocadas.

*O filme diz que Bush deu um mês de vantagem a Osama Bin Laden, pois os EUA não atacaram o Afeganistão imediatamente. Moore sonega dos espectadores a informação de que Bush passou um mês tentando obter sem sucesso o aval da ONU para a invasão. Cobravam-lhe a "prova cabal" do envolvimento de Bin Laden, que, numa entrevista, dissera que não era o autor dos ataques, embora os aplaudisse. Moore, na ocasião, disse que Bin Laden era inocente até prova em contrário, assim como muitos outros intelectuais, como Noam Chomsky. A invasão seria uma atrocidade, disseram. O curioso é que Moore manteve a opinião até o fim de 2002, quando fitas de vídeo achadas em Cabul já não deixavam dúvidas sobre o envolvimento de Bin Laden. Pouca gente se lembra, mas os EUA invadiram o Afeganistão sem autorização da Onu. Só foi "perdoado", porque as fitas se tornaram a tal prova cabal. Fez o mesmo com o Iraque, e é odiado por isso, pelas mesmas pessoas, porque as armas de destruição em massa não foram encontradas. Tivessem sido, e talvez Bush hoje fosse um herói.

*O filme diz textualmente que o Iraque jamais ameaçou os EUA ou assassinou americanos. Para qualquer um que acompanhe a política do Oriente Médio, isso chega a ser piada. O Iraque sempre acolheu terroristas como Abu Nidal, que matou americanos, sempre premiou as famílias dos homens-bombas palestinos com US$ 15 mil e, sempre, em discursos e entrevistas, fez ameaças espalhafatosas aos EUA. Imediatamente após o 11 de setembro, Saddam declarou que o ataque era o começo da grande revanche.

*O filme mostra cenas de civis iraquianos mortos ou feridos, mostrando chagas e ferimentos dantescos. A justificativa é mostrar os horrores da guerra e embute uma acusação às TVs americanas que não teriam exibido cenas semelhantes. Mas Moore esquece de dizer que as TVs americanas também não mostraram as cenas dantescas, de corpos mutilados, no atentado do WTC e do Pentágono. Imaginem o ódio a todos que se assemelhassem a árabes se as imagens tivessem sido reveladas. Numa e noutra ocasião, as TVs americanas tiveram uma mesma postura. Mas Moore esconde isso.

*O filme mostra uma cena em que Condoleezza Rice diz o seguinte: "Oh, de fato, há um laço entre o Iraque e o que aconteceu em 11 de setembro". Moore mostra essa única frase. Se mostrasse a declaração inteira teria deixado os espectadores saberem que Condoleezza na verdade quis dizer outra coisa. Leiam: "Oh, de fato, há um laço entre o Iraque e o que aconteceu em 11 de setembro. Não que Saddam Hussein ou seu regime de alguma maneira estejam envolvidos no 11 de setembro, mas se você pensa sobre o que provocou o 11 de setembro, é o surgimento de ideologias do ódio que faz as pessoas jogar aviões contra prédios em Nova York. É uma grande rede internacional de terroristas que está determinada a derrotar a liberdade. Isso perverteu o Islã. Uma religião pacífica numa que chama as pessoas para atos de violência. E estão todos ligados. O Iraque é um front central, porque , se e quando, nós mudarmos a natureza do Iraque para um lugar pacífico e democrático e próspero no coração do Oriente Médio, você vai começar a mudar todo o Oriente Médio".

*Também mentirosas as cenas em que Moore sai correndo atrás de congressistas para que alistem seus filhos na guerra. Alguns são mostrados correndo, quando, na verdade, deram longas entrevistas, como é o caso de Mark Kennedy. Fora isso, o levantamento está errado. Moore diz que apenas um congressista tem filho no Exército, quando na verdade são sete, dois no Iraque. Um número baixo, mas para que mentir? Moore também omite que o seu alvo predileto (depois de Bush), Jonh Ashcroft, tem um filho no exército.

O filme é esse lixo. Nossa imprensa, sem revelar as mentiras, foi mais ou menos unânime: "brilhante, mas faccioso", "histórico, mas tendencioso", "bem pesquisado, mas panfletário". Para mim, a adversativa não é um pequeno problema. Porque não se pode compactuar com a mentira e a empulhação. Sobretudo quando não é necessário mentir para ser anti-Bush ou anti-guerra. O filme desmerece os pacifistas que o aplaudem. E que continuarão a aplaudi-lo, a despeito de tudo. Porque vivemos tempos em que muita gente está cega e surda. Não quer ouvir nem ver a ameaça que nos cerca.

**Ali Kamel é jornalista


Postado por João [eDDiNhU] às 17:35
Tá boua, bunita? Tá gongada?


11.8.04


Silas. É uma pessoa que eu conheço há anos (melhor não dizer quantos para não ficar mal nem pra mim nem pra ele rsrsrsrs). Mas que ultimamente vem pisando reiteradas vezes na bola comigo. Mas o meu aniversário me deixou extremamente decepcionado com ele.

Eu queria que o Silas estivesse ao meu lado no meu aniversário. E no primeiro dia (na Maratona) ele já chegou extremamente atrasado, o que me deixou puto. E tudo por culpa única e exclusiva dele, que chegou 2 horas após a hora marcada por causa de pegação que ele conheceu agora (e a amizade de anos no dia do aniversário vai pro saco né)...

Mas o pior mesmo foi sábado. Deu pena do Silas. E conseguir sentir pena no dia do meu aniversário foi pior ainda. O Silas já chegou extremamente colocado na B.I.T.C.H. Desde uma noite na Le Boy, há alguns anos, que eu não via o Silas tão colocado. Além disso, parece que ele andou fazendo outras coisas (falado até por ele) que eu francamente não queria mesmo comentar, porque me decepcionou ao extremo.

Segundo ele, pegou várias pessoas na B.I.T.C.H., num estado lastimável... E no fim eu dei carona pra ele chegar em casa... Porque apesar de tudo é meu amigo... Mas tá ficando difícil... Mesmo, porque o Silas tem pisado muito na bola comigo. É uma pessoa que tenho em grande conta, mas tem limite. Queria que ele refletisse sobre isso.


Postado por João [eDDiNhU] às 18:25
Tá boua, bunita? Tá gongada?


10.8.04



Não posso deixar de registrar ainda as manifestações das pessoas no dia do meu aniversário, mesmo daqueles que por algum motivo não puderam estar presentes (uns por motivos justos, outros talvez nem tanto). Registro aqui além dos já citados nos posts anteriores, Julyana, Made, Carol, Samanta (beeeeeeeeeeeeijoooooooooo), Telmo, André, Leandro (Maver), Regis (valeu mesmo, você é uma pessoa especial!), Vanessa, Lucas, Mari, Anita. Espero não ter esquecido ninguém.

Fico feliz pela lembrança de todos vocês, muito obrigado mesmo. Todos moram no meu coração.

Os que não ligaram nem deram sinal de vida eu também anotei. Todinhos, aguardem, he he he. Anotação mental feita.

Amigos são para estar no nosso lado e a gente sempre se lembra que os verdadeiros amigos estão ao nosso lado nos momentos de alegria e de tristeza.

Além disso, gostaria de registrar aqui com maiores detalhes duas coisas: primeiramente o torpedo e o cartão virtual mandado pelo ex. Sim, dessa vez ele resolveu não fazer carão e desejar-me todo o sucesso do mundo e que ele não está ao meu lado porque as circunstâncias da vida impedem. Sim, o impedem, porque de minha parte não há impedimentos. Sem rancor. Não acho que dê para estabelecer amizade com ele por tudo o que ele me colocou e até hoje não retirou. Quem sabe no futuro ele esteja aberto a tal, porque apesar de tudo não creio que ele seja má pessoa. Prefiro não crer assim, porque não quero achar que passei dois anos junto de uma pessoa que se mostrou canalha. Prefiro guardar as coisas boas.

O segundo registro é o e-mail da pessoa que já foi citada anteriormente aí (aquela da bronca de alguns dias atrás, onde rolou uma paródia de uma briga ocorrida numa boate do Rio de Janeiro). Agradeço o e-mail, mas infelizmente, além de palavras quero ver atitudes. Do jeito que estão, são palavras vazias ao vento. Você tem todas as condições inclusive de ser meu amigo. Para isso basta você querer.

O próximo registro é do Silas, mas esse só amanhã, pois merece um post a parte.


Postado por João [eDDiNhU] às 18:37
Tá boua, bunita? Tá gongada?


Sábado, dia de fato do aniversário. E acordei para diretamente ir almoçar com a família. Quer dizer, eu fui intimado a acordar 12h. E assim o foi (todo mundo sabe que eu durmo mais que a cama, se deixam). E eu com sono fui almoçar com todos na Churrascaria Majórica, no que acabou sendo também um almoço comemorativo do Dia dos Pais. Foi bastante legal (até porque a Majórica é show né?), mas eu comi demais e passei a tarde inteira com mal estar. rs. É que lá é tão bom... rsrsrs
Tive que tomar um Sonrisal e tudo para começar a melhorar.

Depois do almoço fomos na casa da minha avó buscar o bolo para trazê-lo para casa. E depois... à noite... comer, comer e comer. Esse bolo é maravilhoso, divino, fantástico, sensacional!

E aí, no fim do dia mesmo, fui pra B.I.T.C.H. Cheguei lá a meia noite e encontrei Pedro e Cadu que já estavam lá. Silas estava por longe ainda e chegou mais tarde com a Bianca.

Antes de entrar fomos abordados por uma candidata a vereadora que estava panfletando pelos direitos dos homossexuais. Discurso muito bonito, porém, em termos municipais não há muito o que ser feito. Além disso, a mulher está se candidatando pelo conservador PFL, partido de direita, partido do nosso alcaide, onde é realmente difícil crer que há espaço para esse tipo de manifestação. Escolheu o partido errado colega, mas as bissinhas do fotolog acharam o máximo e estavam tirando fotos delas. Depois dizem que é preconceito quando dizem que viado é alienado.

Depois desse registro feito, entramos na B.I.T.C.H., que estava, francamente, o erro. Música ruim na pista 1, muito calor, RH extremamente ruim. As bissinhas foram em peso. O que salvou a B.I.T.C.H. foi o Amândio na pista 2 com o seu espetacular flashback que bombou a noite inteira. E com a pequena pista absolutamente lotada 100% do tempo. Parecia realmente uma Bunker de fato gay, como definiu o Cadu.

Agora... Acho que o pessoal da organização da B.I.T.C.H. tem que aprender um pouco com a galera da X-Demente, que faz suas festas na Fundição Progresso com absoluto sucesso. Na parte onde tinham as mesas (na área de lanches) foi terrível: o som das duas pistas se confundia trazendo um som absolutamente esquisito e ruim. Quem estava no segundo andar, junto do vão que dá pra pista, escutava a música da pista do primeiro andar muito, mas, muito baixo. E tenho certeza que isso é problema da localização das caixas, já que esses dois problemas citados (que foram apenas os mais graves, no meu modo de ver) nunca ocorreram nas diversas X-Demente que fui na Fundição. Uma pena!

Mas deu para se divertir, sempre na companhia dos amigos. São eles que nos fazem pessoas mais fortes, mais felizes... Sem amigos nós não somos nada. Muito obrigado aos meus amigos por estarem do meu lado nesses momentos importantes da minha vida!

Continua com os registros humanos da festa. rs


Postado por João [eDDiNhU] às 11:55
Tá boua, bunita? Tá gongada?


9.8.04


Sexta foi um dia cheio. Passeio pela casa da minha avó, compra de ingressos antecipados para a BITCH, com o Cadu e o Pedro numa loja pra passivas em Copacabana, um leve passeio na praia depois de comprar os ingressos (com direito ao Pedro refrescar-se nos chuveirinhos sendo que estava batendo um ventinho bem frio - e as bibas gringas acharam um espetáculo e foram depois fazer igual) e por fim Maratona do Odeon BR.

Lá encontrei amigos mas os que ficaram por perto mesmo foram o Pedro, o Cadu, o Silas, tijolão (e quase todo mundo com seus respectivos namorados e pegações). Foi ótimo, divertido, exceto pelo excessivo atraso do Silas (aliás, isso foi café pequeno para tudo que ele aprontou no fim de semana, que foi erro completo por parte dele!).

Quanto a Maratona em si, o primeiro filme foi o badaladíssimo "Super size me", documentário sobre o Mc Donald's, que agradou em cheio. Eu pensava que era um filme panfletário anti-Mc Do, mas não, definitivamente, não é. O Mc Donald's é apenas um pano de fundo. Para quem por acaso ainda não ouviu falar, é o seguinte: um cidadão resolveu comer por 30 dias no Mc, e somente lá: café da manhã, almoço e jantar. E com isso ele consegue ganhar muito peso e estragar o seu fígado.

Porém o documentário tem diversos méritos. Ele viajou pelos Estados Unidos inteiro buscando exemplos de boa alimentação em colégios, o que as crianças deveriam comer, como o governo americano trata suas crianças através da alimentação no colégio, como funciona o poderoso lobby da indústria alimentícea no Congresso Americano.

O filme é fantástico, embora nojento em alguns momentos. Que fique claro, o filme poderia ter sido feito em qualquer grande cadeia de lanchonetes dos EUA, mas provavelmente o Mc foi escolhido por ser mais emblemático.

Além disso há dados interessantes sobre obesidade, sobre o problema de saúde que a obesidade é nos EUA. E o filme, embora o Mc negue, causou mudanças no cardápio nos EUA.

Muito bom mesmo. Depois um pequeno lounge e vamos ao filme-supresa. Que na verdade, foi o filme bomba da noite. "Tigrero - o filme que nunca foi feito", ou algo parecido com isso. Que filme ruim! Vocês não tem noção. É um documentário com interesse bem específico, além de ser absolutamente arrastado. E francamente, assistir coisa arrastada as 2 da manhã é pedir pra dormir. E foi o que muita gente no cinema acabou fazendo. A história: um gringo veio filmar um filme, a mando da Fox, com os índios carajás na década de 50. Como o filme não acabou, ele resolveu voltar na década de 90 para ver como estava a tribo, e mostrar para os indios as imagens da década de 50 pra eles verem como era. E eles ficam encantados. Só isso para explicar o gringo perguntar em inglês e eles responderem em português, sem comentar o grosseio erro de português que estava na legenda. Tudo bem, errar é normal, mas há certas coisas imperdoáveis.

Chegou um momento que não era possível e eu sai da sala junto com Cadu, Pedro, Dudu e o Silas veio depois (não saiu na hora porque tava dormindo e não ouviu a gente chamar). E como o filme não acabava, íamos dar umas voltas de carro mas acabamos desistindo e fomos todos pra casa. E assim terminou o primeiro dia de comemorações, às 5h.

Segundo tijolão me relatou depois, no final do filme diversas pessoas aplaudiram. Só pode ser aqueles intelectualóides de merda que acham esse tipo de coisa bonito. Francamente!

Além disso, um colega que estava lá me perguntou se eu entendi alguma coisa do terceiro filme da noite, que eu não vi. Como é uma pessoa inteligente e com grande poder de entender as coisas (que já conheço de longa data), realmente eu não devo ter perdido nada!

Continua amanhã.


Postado por João [eDDiNhU] às 19:43
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8.8.04


Semana corrida... Comemorações... Aniversário... Cinema... Música... E claro, os amigos!

Vamos começar pela quinta-feira que não era comemoração pelo meu aniversário, mas, depois de uma excelente noite de quarta, fui com o Caduzito ver "Farenheit 9/11", novo filme do polêmico diretor Michael Moore, que tem a clara intenção de fazer campanha anti-Bush visando as eleições presidenciais do estranho sistema eleitoral americano que se realizará em novembro próximo, eleições estas que o mundo inteiro está acompanhando com grande atenção.

O filme é bom. Muito bom. Tem seus pecados e acho que o maior deles é o lado presepeiro do Michael Moore. Se ele não fosse assim, seria um filme nota 10. Não que o filme tenha me decepcionado, muito pelo contrário. Até porque o lado presepeiro já é conhecido e a gente já vai para o cinema levando isto em conta.

Uma cena que foi muito comentada sobre o filme é a que mostra a confissão de um deputado americano na qual ele afirma que os legisladores não fazem a leitura prévia das leis que eles aprovam, o que, é muito grave, mas para quem presta um mínimo de atenção, isso não é nenhuma surpresa (e falo isso do Legislativo de qualquer parte do mundo). Mas o que eu acho que deve ser mais destacados são as fundamentadas ligações entre a família Bush e Bin Laden que o filme apresenta. Talvez ele force a barra em certos momentos, mas, parecem informações consistentes.

Além disso, há as imagens hilárias de Bush sendo mostrado como um grande idiota... Se ele é ou não é, fique com o julgo de cada um. Mas a montagem é das mais engraçadas, incluindo a clássica cena antes do Senhor da Guerra anunciar ao vivo um dos seus bombardeios. Mostra bem claramente ainda a ligação antiga de pessoas no governo Bush (imagens que já rodaram o mundo) com Saddam, além do encontro de George W. Bush com os talebãs que ele acabou combatendo poucos anos depois (não custa mais uma vez lembrar que quem armou os talebãs foram os americanos... assistam Rambo!).

Traz também as graves denúncias que vem sendo feitas sobre o sumiço dos negros das listas de eleitores, especialmente na Flórida, fato pouco explorado pela mídia (embora a mídia brasileira venha dando um certo eco a essas denúncias nos últimos tempos).

Acho que "Farenheit 9/11" é uma pequena aula sobre os meandros do poder americano (embora ele possa ser considerado tendencioso - e de fato é) e também um pouco de geopolítica internacional. Acho que os pequenos pecados do filme não sobressaem sobre os seus grandes méritos. Porém, temos que torcer é para o povo americano abrir os olhos e tirar essa política que foi tão maléfica para a história mundial nos anos recentes do poder.

P.S.: Uma pequena observação. A legendagem tem alguns defeitos imperdoáveis que acabam tornando certos termos pejorativos ou mesmo sem pé nem cabeça, como a constante tradução que eles fazem de sauditas como árabes e chamar os membros do Partido Democrata de democráticos...
P.S.2: Amanhã mais um capítulo. rs


Postado por João [eDDiNhU] às 18:20
Tá boua, bunita? Tá gongada?


4.8.04


Algumas notinhas...

+ Saiu n'O Globo de ontem que Bruno Gagliasso que fará um papel gay em "América", a próxima novela das 8 foi fazer um laboratório na Le Boy na última sexta.

+ Leio na Globo.com: "Rodada de extremos: Santos defende a liderança; Fla tenta sair da lanterna". Ora bolas... Toda rodada é de extremos sob esse aspecto. Seja qualquer time que esteja na liderança e qualquer time que esteja na lanterna, quem estiver na liderança tentará defendê-la e quem estiver na lanterna tentará sair.

+ Meu aniversário:
Sexta-feira: Maratona do Odeon BR
Sábado: BITCH


Postado por João [eDDiNhU] às 13:22
Tá boua, bunita? Tá gongada?


2.8.04


Recebido do Junik0 por e-mail... Para refletir nessa semana de Dia dos Pais.


- - - - - - - - - PAI - - - - - - - - -

O carteiro estendeu o telegrama. Carlos Alberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-1he conta do rosto. Palavras breves e incisas:

- Seu pai faleceu. Enterro 18horas.Sua mãe;

Carlos Alberto continuou parado, olhando para o vazio. Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos. Nenhum aperto no coração. Nada!

Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho?

Com um turbilhão de pensamentos confundido-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.

No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que pai e filho não se davam bem.

A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, Carlos Alberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.

Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa na vida que desejava na vida era ser parecido com ele.

No velório, poucas pessoas.

A mãe está pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho - como as que o pai gostava de cultivar.

Carlos Alberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um ...

O funeral: o sabiá cantando, o sol se pondo.

Ele ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo.

Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão.

- Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse. Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados
mais importantes...

Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso. Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:

"Nasceu hoje o Carlos Alberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão!"

"Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!".

À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!

"Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu vi ele de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria.

A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue".

Outra página - "Carlos Alberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece, porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras".

Carlos Alberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?

E quando, no dia do aniversário, a havia recebido, tinha corrido aos braços da mãe sem sequer olhar para o pai. Ora, o "velho" vivia
mal-humorado, queixando-se do cansaço, tinha os olhos sempre vermelhos... e Carlos Alberto detestava aqueles olhos injetados sem jamais haver suspeitado que eram de trabalhar até a meia-noite para pagar a bicicleta...!

"Hoje fui obrigado a levantar a mão contra meu filho! Preferia que ela tivesse sido cortada, mas fui preciso tentar chamá-lo á razão, Carlos Alberto anda em más companhias, tem vergonha da pobreza dos pais e, se não disciplinar amanhã será um marginal."

"É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem."

"Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo".

Carlos Alberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos ...

Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore ... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.

As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O "velho" escrevia de madrugada.

Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.

E, no entanto, agora Carlos Alberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.

A ultima pagina. Aquela do dia em que ele havia partido:

"Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?"

"Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter."

Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento, Carlos Alberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca.

Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirara aurora rompia no céu e mais um dia começava.

"Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!" - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade que ela continha.

Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.

Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica, cor, alegria, despreocupação e vaidade.

Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.

De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.

Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros; jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuarão o seu nome.

Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra!

Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.

Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, Carlos Alberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?

Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora:

- "Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego."

Para quem já teve e para quem tem um pai


Postado por João [eDDiNhU] às 23:25
Tá boua, bunita? Tá gongada?


1.8.04


Eu detesto mentiras. Isso é uma coisa que me deixa profundamente irritado. Porque amigo não mente. E quem mente é falso amigo. Primeiro porque não há necessidade de mentir. Quem fez errou. Mas daí a mentir vai um longo caminho. E se não aparecer o santo os dois vão cair na minha conta.


Postado por João [eDDiNhU] às 21:58
Tá boua, bunita? Tá gongada?


Fui ontem com Cadu, Silas e Samanta para a Freedom. Realmente o The Place está roubando o público de tudo quanto é lugar. A Freedom estava bem vazia. Quer dizer, não que ela estivesse vazia, mas estava muito vazia pro que era há não muito tempo atrás. Estava com uma lotação razoável. Dava para andar lá dentro. A música estava muito boa. O RH com um crescimento qualitativo. Gostei da Freedom ontem. Dancei muito, me diverti bastante...

Depois eu conto mais... Estou aqui num descanso do estudo... Finalmente essa semana eu entro de férias! :)


Postado por João [eDDiNhU] às 18:13
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